sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Não há vergonha em sofrer de amor.



Tenho vergonha de dizer-te: eu te amo!
Medo de tua reação.
Se ao menos eu soubesse que me amas,
diria eu te amo, até perder minha razão.

As vezes o mundo conspira ao contrário
e me afasta de tua presença.
Mas há momentos que estamos tão próximos
que esqueço de todas as demais ausências.

Sei que pareço bobo ao seu lado
me sinto sempre envergonhado.
Deve ser seus olhos, ou quem
sabe esse seu lindo sorriso,
que sempre me deixa deslumbrado.

Sinto seu cheiro até em pensamento
e imagino seu cabelo ao vento.
Não vejo a hora de te reencontrar
tomar coragem e correr pra te abraçar.

Dói assim sofrer de amor,
sem saber se é correspondido,
mas por ti meu amor é infinito
que nem me importo amar
assim escondido.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Canção que me faz voar.




E assim deixo a música me levar
posso gritar, de olhos fechados até voar.

Quero ir além do que eu posso ver
alcançar distancias impossíveis
e tocar por um segundo o azul do céu.

E eu vou gritar, o mais alto que der
vou rasgar todas as barreiras.

Nada vai me impedir, não!
Vou onde eu quiser.

E eu grito não!
Nada vai me impedir!

E eu grito não!
Vou voar mais alto!

E a música vai me levar
e eu vou cantar, sem jamais parar.

E mesmo que você não acredite
eu correrei, e no fim saltarei
ao lugar mais alto do que eu!

E sei que posso.
Eu vou gritar não!
Nada vai me impedir...

Só há uma canção
e nela vou voar.

Eu juro, vou tocar o céu
e nada vai impedir
de eu flutuar.

domingo, 1 de agosto de 2010

Para uma Flor!




Incrível, tão fácil falar de amor,
tão fácil escrever sobre amor.
Tão díficil escrever de nosso amor.
Mas vou deixar uns versos para uma flor.

Foi em teus olhos que encontrei
o brilho e a beleza que sempre procurei.
Amor a primeira vista?
Talvez, mas amor sincero
que hoje nos une por inteiro.
Amar você sim, isso é fácil,
díficil expressar o quanto.
Sei que pouco de ti escrevo,
e pouco digo o quanto te amo
mas amor, minha flor,
quero sempre te dar
até o fim de nossas vidas,
e em todos gestos te expressar
o quanto é maravilhoso a cada dia
pra sempre poder te amar.

Ora bolas caraminholas!




Eu e minhas caraminholas,
também fico entediado, ora bolas.
As vezes se escreve muita coisa
mas na verdade nada se diz.
Quando escrevo assim por nada
é que sinto uma verdade existir.
Nem tudo que faz sentido
pode ter algum significado.
Quando se rima qualquer coisa
é pra se fechar rimando
e quando fica sem rimar
me dá ate dó de olhar.
Há quem queira algum padrão
em qualquer verso escrito,
mas eu sinceramente
não acho assim tão preciso.
Escrevo, enfim, primeiro
o que logo vem na cachola.
É como se eu coloca-se
a mão em uma sacola,
e tira-se qualquer palavra
sem dar a ela a mínima bola.
Bata palmas se assim quiser,
vaie se achar melhor,
ou apenas faça cara feia
ou não leia se assim a julgar,
porque aqui eu escrevo, e sempre
escreverei, quando eu quiser desabafar.

sábado, 31 de julho de 2010

Desabafar faz bem.



Talvez esse texto não vá fazer sentido.
Mas estou cansado, cansado de nada, na verdade não sei explicar mas é meio confuso.
Não existe nada pior do que aquele desanimo que bate de vez em quando, aquele sentimento horrivel e angustiante que te corroi por dentro, fazendo assim você apenas puxar o ar e saltar ele de um modo que demonstra infelicidade, todos já sentiram isso, é realmente ruim.
Talvez o meu problema seja a correria do dia.
Talvez seja problema com amigos.
Talvez eu esteja apaixonado.
Talvez eu esteja com saudades.
Talvez eu esteja simplismente com vontade de sair, fazer algo diferente.
Talvez eu não esteja tendo liberdade !
Uma guerra está acontecendo dentro de mim, sinto que há uma luta, mas eu não estou na batalha,
é como se meu corpo fosse o campo de guerra, ou seja, existe uma luta, mas eu não tenho condições de combater e meu corpo apenas sofre os impactos...
O que é isso ? Não tem sentido algum...
A verdade é que não, eu não sei o que eu tenho.
Apenas tenho um desanimo dentro de mim, e isso pareçe que nunca vai acabar.
Quando finalmente eu durmo tudo acaba e quando acordo estou bem novamente.
Mas não é o fim.
Logo a guerra recomeça e novamente eu fico me questionando.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COMIGO ?

Talvez esse texto não vá fazer sentido.

Eu avisei, quem sabe você me entenda, mas está aí, um desabafo de um adolescente.


Diego Pause