terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Poesia do amor
Da poesia que faz melodia.
Do amor que deixo aqui a ti escrito.
Que toda canção gerada por aqueles versos.
É minha forma simples de amar manuscrito.
Timidez sempre perseguiu.
E sem jeito assim, nem sempre digo.
Este amor manuscrito..
Que em cada rabisco..
Declaro a ti por todo infinito.
domingo, 30 de novembro de 2014
You, the wind and I...
De olhos fechados me permito imaginar...
O vento, a velocidade, o destino.
Montanhas...
Rios...
Lugares que desconheço.
Apenas o vento, as duas rodas e o tudo!
Sem rumo, sem chegada.
Você, eu o mundo...
O sonho, a liberdade.
Mais além do que os olhos apenas podem ver.
Adiante do nosso pequeno mundo.
Nas curvas da nossa imaginação...
Viajando por lugares apenas nossos.
Nesse sonha toca aquela canção...
"you know I'd do most anything you want...
...hey I, I try to give you everthing you need...
...I can see that it gets to you..."
Nossa pequena viagem sem rumo.
Você eu e o mundo...
"I don't believe in many things...
...But in you, I do..."
domingo, 26 de outubro de 2014
Ato e potência
Do ato e potência
aristotélicos...
Aluno; saber;
professor.
Substancial é o ser
que deseja aprender.
Que nasce com fome de
saber.
Esse ser em potencial,
sozinho nada sabe.
Do ato desse seu
anseio...
O fruto se colhe hoje
em nosso meio.
Acidental é o ser que
aqui escreve...
Poeta/professor, o
mediador.
Com entusiasmo se
torna o acidente...
E faz da potência, seu
discente.
E de todo esse
processo, enfim...
Temos o personagem da
poesia.
Que ensina sempre com
amor...
Entusiasmo e alegria.
sábado, 20 de setembro de 2014
On the road.
Why is easy to talk with you?
Why you looks older than me...
when I'm!
We have the same feelings.
The same thoughts.
"We are all we are..."
Take easy...
Strangely tolerable...
I don't know the reason...
I don't know why...
I can't understand the situations...
But you know why.
Would we try?
Just make...
Don't be different never.
Be someone on the road which
I can walk through everyday...
And smile.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Da loucura nossa
Da loucura faço o silêncio.
Um papel em branco, raso, tabulado.
Da experiência perco um ganho.
Marca faço, loucura e alento.
Do breve silêncio, o corpo, o outro...
que vejo.
Da paz, audaz, voraz...
Do lamuriar, daquela voz, atroz.
O ato, espaço, nosso tempo, memória.
Faço no papel um traço...
Do cansaço nosso, faço história.
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