quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Loucura
Teimo pensar em tudo.
Mas me sinto preso a esse vazio.
Ao longo das horas em que o nada aqui dentro vai crescendo.
Tão superficial.
Difícil em palavras descrever.
Angústia...
Tristeza...
Preocupação...
Algo sem proporção.
E cada dia que passa.
Deixa mais suas marcas.
Dor...
Saudade...
Não há como expressar.
Parece mergulhar em uma poça de tristeza.
Mas que de profunda só tem rancor.
Que de tão grande parece o mar da incerteza.
E esse furacão de sentimentos...
...tomam conta dos meus pensamentos.
Acho que já perdi a sanidade.
Parece loucura.
São tantas palavras.
De dor e amargura.
Que da poesia faço bagunça.
Faço o parto.
E refaço.
Buscando o amor...
Em cada nova loucura.
Melancolia.
Há dias que são pura melancolia...
Como boiar sozinho em um mar escuro.
E nesse buraco que surge no peito...
Que nem com palavras posso expressar.
Pareço até falar demais...
Desse sentimento que dramatizo nestes dias tão ruins.
Das más noticias que teimam em chegar...
Que parecem baquear o que sou.
Quisera poder ser mais forte.
Pois nesses dias é grande a fragilidade que fica em evidência.
Pois há coisas que tendem a me abater.
E das minhas amizades que parecem se perder...ás vezes ficam...
Palavras...frases...
...versos para escrever.
Parecem até um amontoado de roupas sujas...
Desses momentos que tanto fazem mal.
Que torturam.
Destes dias melancólicos.
Palavras que soltas não podem definir.
A dor que sinto hoje, da alegria minha que perdi por aí!
Da lembrança de quando estava feliz.
Mas a vida tem dessas...
Mal sabe a gente, que é só um preparo...
Para sentir novamente algo ruim.
Voe, nade...ame!
Mergulhe em um mar de palavras.
Se perca nas águas da poesia.
Permita...
Recite...
E torne a rabiscar.
Fale dos sentimentos.
Pesque as palavras com destreza.
Ame...
Permaneça...
No nosso mundo da poesia...
Voe.
Durma naquelas nuvens de algodão.
Faça da poesia...
Mágica.
Alegria.
A tua expressão!
Não amor
A dor de amar...
Presa no silêncio do teu olhar.
A saudade no som das tuas palavras...
Que para mim nunca e nem jamais serão ditas.
Do toque que veio.
Da distância...
Do teu cheiro...
O amor não correspondido, faz no todo um coração destruído.
...linda lua...
Linda lua de setembro.
Amarelo que brilha, luz que irradia.
Lua de encantos.
Mar de estrelas.
Calor da primavera que chega.
E nesta noite...uma serenata.
Uma cantata.
Um verso assim sereno.
Doce como um encantamento.
Cada rima deste poema...
Feito por assim dizer a contento.
Na medida da luz do luar.
Linda lua de setembro.
Te entrego esses versos...
Encantado por ti, perdido em pensamentos.
Assinar:
Postagens (Atom)

